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O Ventor e a África

Sonhando com o Passado, o Presente e o Futuro da África

Sonhando com o Passado, o Presente e o Futuro da África

O Ventor e a África


Foto do Cabeçalho: AB6 - Nova Freixo


O Ventor e a África ...


O Ventor e a África ...

... foi a Grande Caminhada do Ventor por África

O Ventor caminhou em África ...

... em Tempo de Guerra, continuando a viver as memórias dessa parte da sua Grande Caminhada


Podem ver aqui todos Os Links dos meus Blogs. É só abrir e espreitar




Deixem passar o T-6



AB6

O Ventor em Moçambique


O Ventor em África - Moçambique.

Amigos, o Ventor não gosta muito de falar da Guerra. Diz que há coisas que devem morrer para sempre e as guerras são dessas coisas, mas ele, apesar de tudo, gosta m
uito de falar de África.

Afinal, porque não?!
Não podemos colocar uma esponja sobre a História, diz ele
.

Essa zona verde à esquerda do Canal de Moçambique, quem sobe, frente a Madagascar, é Moçambique, e Moçambique é a paixão do Ventor.
O Ventor costuma dizer que essa é a sua 2ª Pátria. Esteve lá apenas 26 meses, vejam só! E diz que foi amor para sempre.

O Ventor pensou em ser ele a escrever a história da sua estadia lá, desde o primeiro ao último dia. Mas desistiu. Só que eu vou-vos contar algumas das histórias que lhe ouvi muitas vezes.

São histórias desgarradas, mas são giras, para mim, claro!

Vou-as contando à medida que me for lembrando e espero que

sejam giras para vocês também.

Espero que gostem
.

O continente africano é um continente mágico.
A minha homenagem a todos os duros do Niassa, meus companheiros de guerra
O meu Menu africano
01
Jul10

Outra Caminhada pela Ria

Quico e Ventor

... ou, se preferirem, um assalto ao Papo Cheio!

 

 

Não se preocupem porque o Ventor é um Zé do Telhado pacífico. Ele até foi convidado para fazer esse assalto! São assim os velhos amigos. Comem onde há e o "Papo" estava mesmo cheio!

Mas apanhei um grande susto!

Não. Nada de sustos porque as Parcas não me largam, por estarem sempre de olho em cima, como os leões de olho no búfalo ferido. O susto foi real! Quando encarei com este molho de lanças macedónicas para comer umas rodelas de chourição de Mirandela, assustei-me mesmo!

Vejam lá!

 

 

As lanças macedónicas, afinal, só serviram para espetar o chourição de Mirandela

 

Como já alguns de vós se aperceberam eu e o Alexandre Magno fomos grandes amigos em tempos passados e acompanhei as suas tácticas militares e de melhoramentos de instrumentos de guerra, como, por exemplo, as lanças macedónicas. Depois, perante este petisco, ao observar as novas lanças macedónicas, disse cá para mim: "estou tramado"!

Então este gajo, o Alexandre de Portugal, tem a mesma doença do macedónico?! Afinal, não! Foi precepitação minha. Essas são as lanças do chouriço!

 

 

Depois de passar o estágio das lanças macedónicas, tive o privilégio de beber uma caipirinha feita pelo Alex, antes da sardinhada. Mas eu sonho é em beber um Piscos Sour, entre os meus amigos incas

 

Aparte essa minha precipitação a analisar as lanças, foi um fim de semana de paródia. Onde estiverem dois duros do Niassa há sempre festa e nós, mais uma vez, fizemos a nossa festa. Vamos comendo, vamos bebendo e, para entremear, vai uns dedos de conversa sobre velhos compinchas. Os que partiram mais apressados e os que ficaram para exaucrinar tudo isto. Longe ou perto, estamos sempre juntos!

 

 

À noite, fomos brindados pela avó do Tomás e da Maria com uma sopa da Pedra, que nada ficou a dever às famosas sopas de Almeirim, antes pelo contrário!

 

Estivemos  todos, pelo menos em pensamento. Esteve o Urgel, esteve o Louco da Malásia, esteve o Checa, esteve o Capela, esteve o Pescadinha, esteve o Chinita, o Costa, o Paixão (estes três, já ao lado do Senhor da Esfera), estiveram muitos outros ... estamos sempre!

Onde houver dois "duros", há conversas onde entram todos.

 

 

No domingo de manhã, enquanto eu, de cima do terraço tentava descortinar a Ria por entre o nevoeiro, andava o Alex às turras com este belo forno de lenha para assar o borrego e o porco para o nosso almoço - um mimo!

 

E este é o nosso Cantinho. O Cantinho dos Duros. Duros em Tempos de Guerra, sempre presentes em tempos de Paz. O Ventor em África, continua Vivendo as Memórias só ou acompanhado pelos seus companheiros de guerra. Foi o que fizemos este fim de semana na Ria. Eu e o Alex, sempre juntos da nossa família continuamos, mais uma vez, a caminhar pelo Niassa.

Dizem que recordar é viver e, sobre isso, eu não tenho dúvidas nenhumas.

 

 

Mas, nós os homens, somos mesmo uns devassos! Ai que borreguinho tão lindo! Que porquinho tão lindo! Afinal o que nós queremos é a beleza das suas carnes. Não passamos de uma treta!

 

 

Mas eu gosto dos dois e acho tal e qual como o meu lindo gatinho, o Quico, que o Senhor da Esfera fez tudo mal feito. Estavam uma maravilha e fomos feitos para viver neste pecado!

 

Iremos caminhando, iremos vivendo e revivendo e, certamente, iremos ficando pelo caminho, até um dia acabar tudo isso de que tanto se falou e de que tanto ainda falamos.

Por isso proponho que continuemos a festejar a vida. A vida no presente, a vida no passado e a vida no futuro. Sempre em festa até ao último suspiro.

 

Um muito obrigado ao Alex e à Tina por terem tido a amabilidade de, mais uma vez, nos convidar para mais umas patuscadas na sua linda Ria e por se manterem sempre com um espírito tão jovial, apesar de terem tanto trabalho e sem esquecer as despesas e terem de aturar o Ventor com as "tesouras" das Parcas, em cima. Quando vejo as "tesouras" entro em parafuso e só sabendo que a vossa jovialidade é inesgotável me enchi de coragem para mais essa bela caminhada.

 

Para todos os Duros, um abraço ...



O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

Música de África

Os sons de África

Ventor e Goldfinger

Fox-Gold.png

Amigos inseparáveis, mas o tempo foi curto

Mapa de Moçambique

quico-dona.jpg

Aeródromo Base 6

O leopardo. Foi assim em Marrupa

leopardo-china-D.P..jpg

O Corvo de Moçambique

Vamos a jogo com o lagarto?

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