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O Ventor em África

Foi assim, em 1968, em Marrupa, no Niassa. Ficamos os dois frente a frente, envolvidos por um mundo dourado

O Ventor em África

Foi assim, em 1968, em Marrupa, no Niassa. Ficamos os dois frente a frente, envolvidos por um mundo dourado

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O Vexilóide de Alexandre Magno

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Marrupa 68: foi assim que ele me olhou


Na rota do meu amigo Apolo com o vexilóide de Alexandre Magno e o mreu Leopardo


Em áfrica, tudo é grande e belo. Podem ver aqui o meu menu africano



Um PV2. Havia destes no Niassa, em operação. Bom dia Tigres onde quer que estejam


Depois? Bem, depois ... vamos caminhando!

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15.06.10

Os Melros do Checa


Quico e Ventor

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  Os Melros do Checa

 

Pelas vinhas do Checa, os melros vão ajudando como podem!

Constroem casas, criam família, limpam os bichos que estragam as videiras e as uvas e, como é evidente, precisam de uma paga. Ninguém, mesmo um melro, trabalha para aquecer.

 

Mas eu tenho a certeza (tenho, não tenho?) que o Checa, logo que de manhãzinha entra a observar as suas videiras, os cachinhos a crescer, a sulfatar, a tratar da vinha, tal como o meu amigo Baco fazia, faz ainda, quando um melro esvoaça à frente, ao lado, atrás, está a receber a prova que as belezas do mundo continuam por aqui e aposto que lhe saberá bem, ouvir logo de manhã, os bons dias de um melro.

 

Por isso, ele vai observando as videiras, as uvas e os melros, bem como os pintassilgos e tantos outros animais que, só para olhá-los, dá-nos mais vontade de continuar.

Eu sinto que o mundo fica em desiquilíbrio sempre que os animais vão morrendo e, mal deixo de ver o Tobias, fico logo com vontade de ir procurá-lo, não lhe aconteça como este.

Este morreu poucos meses depois de criar os filhotes que estão no rosto da Grande Caminhada. Ele aparecia-me sempre e metia-se comigo. Senti-me triste quando ele deixou de fazer parte das minhas caminhadas.

 

 
 
Assim como este
 
 
Mas a vida não está boa, nem para nós, nem para os melros. Por isso, o Checa sabe que os bagos de uvas que os melros lhe comem, é uma paga pela alegria de poder continuara a vê-los a fazerem parte da sua caminhada.
 
Obrigada pelas fotos dos pequenotes e não chores os bagos que te comerão mas, provavelmente, nem chegarão, na sua maioria a atingir o patamar da vida.



O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral