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O Ventor em África

Foi assim, em 1968, em Marrupa, no Niassa. Ficamos os dois frente a frente, envolvidos por um mundo dourado

O Ventor em África

Foi assim, em 1968, em Marrupa, no Niassa. Ficamos os dois frente a frente, envolvidos por um mundo dourado

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O Vexilóide de Alexandre Magno

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Marrupa 68: foi assim que ele me olhou


Na rota do meu amigo Apolo com o vexilóide de Alexandre Magno e o mreu Leopardo


Em áfrica, tudo é grande e belo. Podem ver aqui o meu menu africano



Um PV2. Havia destes no Niassa, em operação. Bom dia Tigres onde quer que estejam


Depois? Bem, depois ... vamos caminhando!

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Ventor entre as Flores

17.09.09

Mafra


Quico e Ventor

Olá, amigos?

Podemos ver aqui, no Shutterfly, algumas fotos desta bela caminhada por Mafra, nas Vindimas de 2009

Por quanto tempo ainda vos poderei dizer olá?

Só o Senhor da Esfera saberá, mas não nos diz!

O Ventor entrou e dirigiu-se às macieiras

O Ventor contou-me, mais uma vez, sobre a sua alegria de passar por Mafra. Disse-me que, desde 1962, desde o verão de 1962, que conhece Mafra. Por ali, sempre fez caminhadas alegres! Mas, de todas as vezes que por lá passou, além da velha Tapada de Mafra, apenas conhecia o Convento e as ruas à sua volta. E, mais afincadamente, a entrada e a saída para passar pelo lugar do Sobreiro, onde acabava por comer um pão com chouriço e visitar a bela obra do José Franco. Creio que era José que ele me disse que se chamava.

Ele, também me disse que espera ver a sua vida sem problemas para conseguir voltar, um dia, com calma, àquela bela Tapada.

Pelo caminho foi observando as videiras e os cachos de uvas

E, os cachos acumulados. Este é quase uma excepção

Um dos prazeres do Ventor, foi ter observado, de vez em quando, o belo Convento de Mafra. E disse-me, que mesmo quando o vê de longe, o observava como quando está perto!

Mas, ultimamente, como já por aqui tenho deixado escrito nos meus posts, o Ventor tem, de vez em quando,  juntado ao prazer de observar o Convento, o prazer de observar mais Mafra e, também, o prazer da companhia de alguns dos seus amigos de sempre - alguns dos seus ex-Companheiros de Guerra.

O Ventor, na semana passada, mais uma vez, teve a companhia de dois desses seus amigos e da sua gente. Mais uma vez, o seu amigo Checa os convidou para irem assistir a mais uma demonstração das suas vindimas. Assim, estiveram juntos, o Ventor, o Checa, o Louco da Malásia, .... mas o Alex, teve de estar presente em Dusseldórfia, na Alemanha, a tratar de negócios.

Mas, para além da responsabilidade dos seus negócios, até aposto que ele tinha os olhos e os ouvidos a dividirem o seu tempo com Mafra.

O belíssimo atum de barrica

Frango que estava uma maravulha

Apostava até, que ele nunca estaria longe de Mafra, com os olhos nas uvas, a mão esquerda no pé do cacho e, a mão direita, com a tesoura pronta a cortar!

Em volta, as macieiras com as reinetas penduradas e as figueiras com os figos maduros a chorarem para serem apanhados.

Mas, lindo, lindo, foram o Brutus e a sua companheira, aquele belíssimo casal Rottweiler a confraternizarem com eles, comendo algumas uvas e docinhos.

 

O figo que sorria com a companhia do Ventor

Os novos amigos do Ventor. Um casal de Rottwilers

Segundo me disse o Ventor, lá por Dusseldórfia, em vez das salsichas de porcos alemães que entram por uma ponta de uma máquina inteiros e saem em salsichas pela outra, o Alex, só pensaria no belíssimo atum de barrica com aquelas saborosas batatinhas saloias cozidas, regadas com o belo azeite alentejano de Alfundão.

Depois, como quem não quer a coisa, enquanto aquelas maquinarias vão esmagando as uvas e empurrando o sumo para um lado e os engaços para outro, sempre iria trincando um figo ou uns bagos de uvas, enquanto o Ventor clicava na máquina, pois isso, também fazia parte dessa bela caminhada. Mas, para o Alex, claro, só sonhando!

E, aqui, o sagrado elisir de nosso amigo Baco

Tudo isso são momentos inesquecíveis para a posteridade e tendo como cenário, os belos campos em redor dos campanários do Convento de Mafra!




O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral